7 – CRIAR UMA RELAÇÃO DE INTERDEPENDÊNCIA
É importante iniciar uma parceria em condições semelhantes do que cada um pode oferecer ao outro, idealmente quando o que um oferece ao outro se complementa. Se isso não é possível no início, uma vez que muitas vezes não é, torna-se importante que seja uma meta a ser atingida, com o tempo. Relações que possuem início desigual podem muito bem se alinhar ao longo do tempo, com benefícios mútuos em quantidade e qualidade. Por outro lado, há situações onde um lado usa o outro como escada, sem se atentar à necessidade da reciprocidade. Para piorar, pode usar a outra parte, não retribuir e ainda virar concorrente. Se uma parte da relação é muito independente da outra, então a parceria pode não ser necessária, enquanto que, se a relação for de forte dependência, a parceria pode começar a ser nociva à parte que está sendo utilizada, sem receber nada em troca. Parceiros devem andar lado a lado, devem ser pares em intenção e contribuição. É elementar que haja equilíbrio na relação. A força e a velocidade de crescimento aumentam quando existe a interdependência em uma relação! Leia mais

 

3 – BUSCAR CONGRUÊNCIA DE VALORES
Alinhamento de valores entre as partes é fundamental. É a fundação de uma relação próspera. Caso, logo no início, perceba uma incongruência de valores com a outra parte, pare imediatamente! Muitas vezes, em razão de ganhos financeiros ou de status, a diferença de valores ou princípios é tolerada, no entanto, não raro, com o tempo se percebe que os ganhos não compensaram os problemas e desgastes ocasionados pela discrepância de valores entre as partes. O arrependimento pelo tempo despendido na relação é certaQuando há correspondência de valores, são firmados pactos escritos em pedra, apenas com uma conversa, sem a necessidade de assinar um contrato em papel.  Leia mais

A palavra “parceria” tem sido utilizada com cada vez mais frequência, porém é necessário identificar com muita clareza as intenções de cada integrante desta relação, checar se as partes possuem algo relevante para agregar um ao outro. Por vezes, um dos lados necessita muito de algo, com pouco a retribuir em curto, médio ou longo prazos, gerando assim uma relação com um grande potencial para terminar desfavoravelmente. Fazer boas parcerias demanda maturidade, transparência e honestidade.
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Muitas das recomendações abaixo servem para pessoas de qualquer carreira, no entanto, as dez dicas a seguir foram escritas pensando em profissionais que atuam em atividades de prestação de serviços, mais especificamente em consultoria, treinamento, seleção de pessoas e coaching. Utilizei, para tanto, minha experiência de mais de 18 anos acompanhando e orientando profissionais destas áreas.
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A informalidade, principalmente quando combinada a uma alta influência e boa capacidade de persuasão, pode potencializar o carisma e a capacidade de convencimento de uma pessoa. Estes atributos são, normalmente, muito valorizados no meio social e profissional, inclusive. São as pessoas mais desembaraçadas, publicamente mais flexíveis, com um bom potencial para serem “bons de palco” e o centro das atenções.
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O coach pode ser visto como um condutor do coachee, seu cliente, porém, como uma pessoa poderá liderar bem outra, se não enxergar direito? Não ter clareza, pela inabilidade de compreender o outro, o ambiente no qual este se encontra, ou em como seu cliente sairá do estado atual, para chegar ao desejado, irá com certeza comprometer a capacidade do coach em atender às demandas do coachee. Essa situação pode ficar ainda mais comprometedora quando o coach nunca esteve aonde o coachee deseja ir, ou pouco entende quem ele é, e para onde deveria realmente ir.
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Vivemos em um mundo onde, não raro, uma pessoa é avaliada como bem-sucedida quando é percebida ou julgada como melhor em relação às pessoas com quem está sendo comparada e/ou quando ostenta símbolos visíveis de poder, status, prestígio e sucesso. Ou seja, o critério, muitas vezes, não é comparar uma pessoa com o seu EU ideal, a pessoa que nasceu para ser.
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Ao passar pela vida de uma pessoa, é importante que o coach tenha consciência de que a vida do coachee não será a mesma, depois de interagir com ele, independentemente da intensidade e do sentido das mudanças, positivas ou negativas. É importante para um coach ter claro, para si, se está nesta atividade para subtrair algo do coachee, ou para somar algo que lhe seja favorável e que deixe um legado positivo. Deixar uma herança positiva deveria ser um objetivo “sine qua non” para que um processo de coaching tenha início.
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O primeiro paradoxo, talvez o mais importante, é levar alguém até onde nunca foi, porém, não entendo isso como um impeditivo absoluto. Um coach pode ter um repertório de conhecimentos, experiência e aprendizados que podem ser transferidos para o cenário trazido pelo coachee. Além de poder possuir uma clareza de pensamento para entender onde o coachee está e para onde ele pretende, ou precisa ir, identificando com facilidade os recursos necessários, etapas e a consequente viabilidade e o custo (em vários sentidos) da viagem. Outras dimensões, essenciais para que o coach se sobressaia, são as da inteligência emocional e da ética (se comprometer com o que pode fazer, por exemplo).
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Jesus. Você já ouviu sobre Ele antes, leu sobre Ele, cantou sobre Ele. Você já refletiu sobre as contradições de Sua vida – como Ele é ao mesmo tempo Cordeiro de Deus e o Leão da tribo de Judá. Tanto Advogado quanto Juiz. Tanto Homem como Deus. Seus ensinos somente são simples e ainda assim os mais profundos de todos os tempos, porque, de uma forma simples e profunda Jesus se relacionava com as pessoas. Leia mais