Muitos são os casos de pessoas que desejam mudar totalmente de carreira, experimentar algo novo, recuperar sonhos que ficaram no passado porque alguém disse que “não daria dinheiro, que aquela carreira não daria certo, que fazendo aquele curso não teria futuro”.
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Mudar exige coragem, mas também pressupõe um bom nível de discernimento.

Muitas pessoas procuram o coaching em busca de mudanças. Por vezes se sentem tão confusas que não conseguem distinguir se a insatisfação é fruto de um trabalho sem prazer e orgulho, ou se simplesmente a vida esta dando sinais de que o próximo capitulo deverá ser escrito com novas experiências. De qualquer forma, explorar as sensações positivas e negativas identificando os fatos que as geram, pode ajudar as pessoas a detectar os momentos verdadeiros de felicidade.
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Racismo refere-se ao conjunto especifico de crenças e comportamentos discriminatórios baseados em diferenças raciais, como uma forma de “preconceito aliado ao poder” e que se manifesta tanto de maneira individualizada como socialmente generalizada.  Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), “a superioridade baseada em diferenças raciais é cientificamente falsa, moralmente condenável, socialmente injusta e perigosa, além de não haver justificativa para a discriminação racial, em teoria ou na prática, em qualquer lugar do mundo”.
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No mundo VUCA, volátil, incerto, complexo e ambíguo, novas habilidades serão necessárias.

Este mundo incerto sempre existiu, mas vivemos a ilusão de que ser bom bastaria, e que ter conhecimento e experiência garantiriam nosso sucesso e um lugar no mundo competitivo.
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As pessoas procuram o coaching por vários motivos: buscam desenvolver determinadas competências, desejam rever as suas carreiras, vencer barreiras irracionais, fazer uma mudança radical em suas vidas e, muitas vezes, apenas se certificarem de que suas atitudes e comportamentos estão condizentes com seu papel profissional. Porém, à medida que o processo se desenvolve e as perguntas certas vão sendo respondidas, elas passam por uma reflexão mais profunda, e questionamentos antes silenciados em nome da necessidade de se adaptar para sobreviver ao meio, emergem na forma de um certo desconforto. Leia mais

É preciso separar coaches profissionais de profissionais que usam o estilo coach ou a metodologia em alguns momentos de seu papel principal.

Líderes, gestores, RH, colaboradores podem e devem aprender sobre coaching porque este é o modelo que mais atende os formatos e necessidades do famoso mundo VUCA, volátil, incerto, complexo e ambíguo.
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De três a cinco milhões de adultos e crianças se lesionam a cada ano nos ambientes esportivos, de exercício e em passeios recreativos. O curioso é que pessoas com altos níveis de estresse têm mais lesões relacionadas ao esporte e ao exercício. Portanto, esse é um tema que pode interessar não apenas atletas de alto rendimento, mas a população em geral.

Principais Causas de Lesões

Fatores Físicos como desequilíbrios musculares, colisões, treinamento excessivo e fadiga podem ser considerados as principais causas de lesões em atividades físicas.
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Quando converso com as pessoas que buscam o Coaching, algumas perguntas são frequentes (processo, tempo, investimento, resultados…). Em quase 10 anos de atuação, notei que outras perguntas também se repetem e compartilho com você como respondo a estas dúvidas para que possamos ampliar o conhecimento sobre o Coaching e se você, leitor também atuar como COACH, para trocas de ideias!
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Falar sobre foco está se tornando modismo, sempre ouvimos: precisamos ter foco, sem foco não chegamos a lugar nenhum, foque na meta, entre outras expressões que já pronunciamos e/ou escutamos a respeito do assunto.

Hoje não gostaria de ocupar seu tempo demasiadamente, pois acredito que você tem um foco, ou não? Será que preciso dizer: tenha foco, porque sem foco você não atingirá a sua meta? (risos) Deixando as brincadeiras à parte, gostaria de trazer à tona um princípio que nos ajuda a mantermos o foco, que é a diligência.
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“Três em cada quatro empresas brasileiras não têm profissionais capazes de assumir a liderança de acordo com uma pesquisa realizada pela Hay Group em 2015, com 275 grandes empresas.”

Esse resultado é preocupante se analisarmos que investir na formação da liderança, principalmente em tempos de turbulência, é o melhor que uma empresa pode fazer, segundo David Ulrich. Apesar de 74% das organizações afirmar que não têm líderes aptos para assumir posições de liderança nos próximos 3 anos, 63% não tem processos de mapeamento dos melhores profissionais e aceleração de carreira. Para   piorar ainda mais esse cenário, nada promissor, o mesmo percentual de empresas, alega ter feito cortes no seu orçamento de recursos humanos e 27% pretendem reduzi-lo ainda mais esse ano.  Paradoxalmente, 48% das organizações confirmam que seu maior desafio é desenvolver e capacitar a liderança. Diante da complexidade desse contexto, a implantação de uma estratégia eficaz de gestão de desempenho, pode ser a receita adequada para a diminuição do gap entre a importância do assunto e prontidão para enfrentá-lo.
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