A informalidade, principalmente quando combinada a uma alta influência e boa capacidade de persuasão, pode potencializar o carisma e a capacidade de convencimento de uma pessoa. Estes atributos são, normalmente, muito valorizados no meio social e profissional, inclusive. São as pessoas mais desembaraçadas, publicamente mais flexíveis, com um bom potencial para serem “bons de palco” e o centro das atenções.
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O coach pode ser visto como um condutor do coachee, seu cliente, porém, como uma pessoa poderá liderar bem outra, se não enxergar direito? Não ter clareza, pela inabilidade de compreender o outro, o ambiente no qual este se encontra, ou em como seu cliente sairá do estado atual, para chegar ao desejado, irá com certeza comprometer a capacidade do coach em atender às demandas do coachee. Essa situação pode ficar ainda mais comprometedora quando o coach nunca esteve aonde o coachee deseja ir, ou pouco entende quem ele é, e para onde deveria realmente ir.
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Vivemos em um mundo onde, não raro, uma pessoa é avaliada como bem-sucedida quando é percebida ou julgada como melhor em relação às pessoas com quem está sendo comparada e/ou quando ostenta símbolos visíveis de poder, status, prestígio e sucesso. Ou seja, o critério, muitas vezes, não é comparar uma pessoa com o seu EU ideal, a pessoa que nasceu para ser.
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Ao passar pela vida de uma pessoa, é importante que o coach tenha consciência de que a vida do coachee não será a mesma, depois de interagir com ele, independentemente da intensidade e do sentido das mudanças, positivas ou negativas. É importante para um coach ter claro, para si, se está nesta atividade para subtrair algo do coachee, ou para somar algo que lhe seja favorável e que deixe um legado positivo. Deixar uma herança positiva deveria ser um objetivo “sine qua non” para que um processo de coaching tenha início.
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O primeiro paradoxo, talvez o mais importante, é levar alguém até onde nunca foi, porém, não entendo isso como um impeditivo absoluto. Um coach pode ter um repertório de conhecimentos, experiência e aprendizados que podem ser transferidos para o cenário trazido pelo coachee. Além de poder possuir uma clareza de pensamento para entender onde o coachee está e para onde ele pretende, ou precisa ir, identificando com facilidade os recursos necessários, etapas e a consequente viabilidade e o custo (em vários sentidos) da viagem. Outras dimensões, essenciais para que o coach se sobressaia, são as da inteligência emocional e da ética (se comprometer com o que pode fazer, por exemplo).
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1. Acredite que você nasceu para ter sucesso.
Todos nós nascemos com um propósito: deixar o mundo melhor quando irmos do que quando chegamos. Devolver ao mundo o que você faz de melhor pode ser sua missão de vida, deixar um legado positivo para o mundo. Pense nisso.
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Uma das atividades mais importantes para um Coach é vender, uma vez que, sem a venda, o processo de coaching não tem início, a menos que o Coach trabalhe para alguma organização que lhe forneça os clientes.

A teoria DISC pode ser uma grande aliada para tornar o Coach um melhor vendedor. O DISC é a teoria dos comportamentos e emoções observáveis, ou seja, os vendedores e compradores estão exibindo seus comportamentos o tempo todo e são estes comportamentos que podem trazer dicas muito importantes a respeito do estilo de venda do vendedor e do estilo de compra do comprador.

Uma vez que o vendedor identifica o seu estilo comportamental e percebe o estilo do comprador, torna-se mais fácil o vendedor se adaptar ao estilo do comprador e assim melhorar a comunicação, utilizando uma linguagem de mais fácil entendimento ao comprador.
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A análise de SWOT (strenghts, weaknesses, opportunities e threats), que em português pode ser chamado FOFA (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças), tem seu desenvolvimento creditado a Albert Humphrey, em uma pesquisa na Universidade de Stanford.*

É uma ferramenta que pode ser utilizada para análise de cenários em empresas, ou mesmo para pessoas.
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Começar um projeto de coaching com o pé direito demanda uma série de cuidados. Um deles é a sessão zero, aquela que antecede o processo de coaching – alguns chamam esta sessão de etapa de coleta de dados.

Um processo de coaching pode ser entendido como levar uma pessoa de um ponto A a um ponto B, sendo o ponto A a própria pessoa, quem ela é, como está, recursos disponíveis e qualquer outra informação relevante a respeito do coachee. O ponto B é o destino, meta ou objetivo do coachee, é aonde este quer chegar.
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A atividade de coaching traz uma grande responsabilidade para o coach. Normalmente, quando uma pessoa busca o coaching, está com uma perspectiva ou desejo de algo melhor para seu futuro, muitas vezes já possuindo em sua mente a imagem do que deseja, o que, por si só, já traz uma sensação positiva e vontade de tornar real aquilo que ainda está na dimensão dos sonhos.

O fato de um coachee querer algo não necessariamente significa que ele vai conseguir, uma vez que determinados objetivos demandam diversos tipos de recursos, como: talentos, dinheiro, tempo, apoio, conhecimento, experiência, entre outros.
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